terça-feira, 13 de janeiro de 2009

CERVEJAS






Como gosto também de tomar cerveja além de vinho, pois fim de semana pede algo em especial, ou uma comemoração.



Achei interessante o site minha vida, enquanto pesquisava achei o site da Gabi , ela fala de cervejas e gostei do artigo no blog dela que fala da nova lei que o prefeito da cidade de Preston, na Inglaterrada falou que só pode beber sentado.

Pois um bêbado que cai pode machucar outras pessoas e quebrar os móveis dos bares. Também foi concluído que bêbados em pé ficam mais agressivos do que os que permanecem sentados. (leiam o site dela é muito bom) .


Ainda pesquisando achei este site de dicas de bebidas que falava de copos adequados para cerveja.


Copos adequados


A cerveja possui uma série de características que a diferenciam das demais bebidas.


É uma bebida carbonatada, que deve ser servida a baixas temperaturas e com uma coroa de espuma.
Uma vez servida no copo, é extremamente sensível à presença de odores estranhos do ambiente, aquece rapidamente e perde gás carbônico.
O consumidor espera que as características originais da cerveja (brilho, aroma, paladar, cor e espuma), permaneçam inalteradas ao ser servida no copo.
Em alguns países, cada tipo de cerveja possui o seu próprio copo: Ale, Pilsen, Weiss ou Weizen (cerveja de trigo), Dietética, sem álcool, Stout, Bock, Light etc.

Devemos utilizar copos próprios para cerveja, como as tulipas ou outros que possuam a forma adequada:
- A boca do copo não deve ser demasiado grande, que propicie perda excessiva de gás carbônico, ou pequena, que dificulte a percepção do “buquê” típico da cerveja;

- As paredes do copo, tanto internas como externas, devem ser lisas, de modo a facilitar a limpeza e a assepsia, assim como o fundo, que não deve possuir cantos vivos, que dificultem a limpeza;
- Para o uso comercial, os copos podem ser dotados da logomarca da cerveja que neles é servida, o que por si só representa uma bela propaganda visual do produto em questão, valorizando-o ainda mais. Podemos também adicionar uma marca na parte superior do copo, indicando o seu conteúdo (0,2 litro; 0,3 litro; 0,4 litro ou 0,5 litro).


Esta marca normalmente se situa a aproximadamente 25 mm abaixo da borda da boca do copo.
Isto representa respeito pelo consumidor e permite também uma clara visualização do nível da cerveja e a formação de uma típica coroa de espuma.
Mathias Rembert Reinold



Cerveja dá barriga?


A cerveja é uma bebida fermentada que, quando consumida em excesso, leva à formação de gases com conseqüente distenção abdominal, dando origem à famosa, deselegante, protuberante e odiada "barriguinha".
Apesar de ser uma bebida com baixo teor alcoólico -- 1 latinha de cerveja tem em média 6% de álcool e por volta de 130 calorias -- é a bebida eleita pelo brasileiro que por sua vez acaba exagerando na dose e consumindo além da conta.
Uma cervejinha não tira ninguém da linha mas váááárias, sem dúvida, não há abdômen que resista à elegância.
Principalmente quando acompanhada pelos engordurados e "engordativos" petiscos (salaminho, provolone, pastéizinhos, croquetes, amendoins, pistaches, castanhas e outros).
Em contrapartida, tomar cerveja de estômago vazio provoca hipoglicemia (baixas taxas de açúcar no sangue) com sintomas de palidez, tontura, fraqueza e mal estar geral.
Extrapolar no consumo da cervejinha, ou qualquer outra bebida alcoólica, leva nosso corpo a buscar e priorizar mecanismos de desintoxicação para a eliminação do etanol (álcool) com conseqüente prejuízo no metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas. Esse desvio no metabolismo proporciona o acúmulo de energia sob a forma de gordura corporal (barriguinha, barrigona, pneuzinhos e todas as formas "odiadas de gordurinhas").
Cada grama de álcool fornece 7 calorias, quase a quantidade de 1 grama de gordura (9 kcal). Com o agravante que as bebidas alcoólicas não fornecem nenhum nutriente de significativa relevância, apenas energia.
Excesso de energia, sem gasto (haja gasto!!) acumula-se sob a forma de gordura corporal, que nos homens ocorre mais na região abdominal (tipo andróide) e nas mulheres mais na região dos quadris e glúteos (tipo ginecóide). Apesar de também estar presente o tipo andróide nas mulheres.
Hoje, sabe-se que o excesso de gordura na região abdominal, independente do fator estético, tem estreita relação com o aumento de riscos para o desenvolvimento das doenças do coração.
Outro detalhe que merece ser lembrado é que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta a diurese e a desidratação, levando com isso à perda de importantes vitaminas hidrossolúveis (C e Complexo B) e minerais como Cálcio, Zinco e Magnésio.


Classificação


As Cervejas podem ser classificadas de acordo com os seguintes critérios :
1. Tipo de fermentação :


1.1. Cerveja de Alta Fermentação : obtida pela ação de levedura cervejeira (saccharomyces cerevisiae) que emerge à superfície do líquido na fermentação tumultuosa (Ale).

1.2. Cerveja de Baixa Fermentação : obtida pela ação de levedura cervejeira (saccharomyces uvarun) que se deposita no fundo da cuba durante ou após a fermentaçào tumultuosa (Lager).


2. Teor de extrato primitivo :

2.1. Cerveja Fraca : quando fabricada a partir de mosto com teor de extrato primitivo igual ou maior que 7,0% e menor que 11% em peso.

2.2. Cerveja Normal ou Comum : quando produzida a partir de mosto com teor de etrato primitivo igual ou maior que 11% e menor que 12,5% em peso.

2.3. Cerveja Extra : quando fabricada a partir de mosto com teor de extrato primitivo igual ou maior que 12,5% e menor que 14% em peso.


2.4. Cerveja Forte : quando produzida a partir de mosto com teor de extrato primitivo maior que 14% em peso.

3. Cor :

3.1. Cerveja Clara : quando possuir cor correspondente a menos de 15 unidades EBC (European Brewery Convention).

3.2. Cerveja Escura : quando possuir cor correspondente a 15 ou mais unidades EBC.



4. Teor Alcoólico :


4.1. Cerveja sem álcool : quando seu conteúdo de álcool for menor ou igual a 0,5% em peso.

4.2. Cerveja de baixo teor alcoólico : quando seu conteúdo for maior que 0,5% e menor que 2,0% em peso.

4.3. Cerveja de médio teor alcoólico : quando seu conteúdo for igual ou maior que 2,0% e mnor que 4,5% em peso.

4.4. Cerveja de alto teor alcoólico : quando seu conteúdo for igual ou maior que 4,5% e menor que 7,0% em peso.



5. Proporção de malte de cevada :


5.1. Cerveja puro malte : aquela que possuir 100% de malte de cerveja, em peso, sobre o extrato primitivo,como fonte de açucares.

5.2. Cerveja : aquela que possuir proporção de malte de cevada maior ou igual a 50%, em peso, sobre o extrato primitivo , como fonte de açucares.

5.3. Cerveja com nome do vegetal predominante : aquela que possuir proporção de malte de cevada maior do que 20% e menor do que 50%, em peso, sobre o extrato primitivo, como fonte de açucares.

1) As cervejas tipo “pilsen” (as claras e leves mais consumidas no Brasil) saem prontas da cervejaria. Não precisam de envelhecimento. Quanto mais cedo consumi-las, melhor. Duram em média 90 dias.

2) Toda cerveja deve ser guardada em pé, em lugar fresco e sem expor-se ao sol, para evitar oxidação prematura;

3) Depois de gelada, a cerveja deve ser consumida. Nunca descongelar e voltar à geladeira.

4) A cerveja deve resfriar na geladeira sem pressa. Não a coloque no “freezer”, pois a violência do congelamento prejudica o sabor da bebida.

5) A temperatura ideal para beber as do tipo “pilsen” é entre 4 a 6 graus. As temperaturas muito baixas prejudicam a formação de espuma e deixam a cerveja choca, como se costuma dizer.

6) Copos e canecas de cristal são ideais, pois mantêm melhor a espuma e a temperatura;

7) Resíduos de gordura no copo são fatais para a bebida, pois acabam com o colarinho e liberam gás carbônico, deixando o líquido chôco.

8) Dois dedos de espuma são o ideal para reter o aroma e evitar a liberação do gás carbônico.

9) A espuma revela o bom estado da cerveja. Para aproveitá-la melhor, sirva derramando uma dose na tulipa ou na caneca. Depois, espere baixar o colarinho. Em seguida, incline o copo até uns 45 graus e despeje o líquido devagar enquanto o colarinho sobe.

10) Uma boa cerveja faz bem à saúde. É rica em vitaminas, carboidratos, proteínas e aminoácidos. Mas se lembre: beba sempre com moderação.



Origem da cerveja


Uma cerveja é qualquer uma das variedades de bebidas alcoólicas produzidas pela fermentação de matéria com amido, derivada de cereais ou de outras fontes vegetais.

As fábricas de cerveja e de algumas outras bebidas alcoólicas são geralmente chamadas de Cervejarias (Breweries, em inglês). Em termos históricos, a cerveja era já conhecida pelos sumérios, egípcios e mesopotâmios, desde pelo menos 4 000 a.C. Como os ingredientes usados para fazer cerveja diferem de acordo com o local, as características (tipo, sabor e cor) variam amplamente.

De todas as bebidas mais consumidas no mundo, a terceira mais consumida é a cerveja. A frente da "loira", como é carinhosamente chamada no Brasil, estão somente o café e o leite.

A mais longínqua notícia que se tem da cerveja vem de 2600 a 2350 a.C. Desta época, arqueólogos encontraram indícios, escritos em uma placa de barro com o Hino a Ninkasi, a deusa da cerveja, de que os Sumérios já produziam a bebida. Já na Babilônia da-se conta da existência de diferentes tipos de cerveja, originadas de diversas combinações de plantas e aromas e o uso em diversas quantidades de mel.

O Código de Hammurabi, rei da Babilônia entre os anos de 1792 e 1750 antes de cristo incluia várias leis de comercialização, fabricação e consumo da cerveja, relacionando direitos e deveres dos clientes das tabernas.

Mais recentemente, no antigo Egito, a cerveja, segundo Athenaeus, teria sido inventada para ajudar a quem não tinha como pagar o vinho. Hieróglifos e obras artísticas testemunham sobre o gosto deste povo pelo henket ou zythum, preferida por todas as camadas sociais. Até um dos faraós, Ramsés III (1184-1153 a.C.), passou a ser conhecido como "faraó-cervejeiro" após doar as sacerdotes do Templo de Amón 466.308 ânforas ou aproximadamente 1.000.000 de litros de cerveja provenientes de suas cevejeiras.
Praticamente qualquer açúcar ou alimento que contenha amido pode, naturalmente, sofrer fermentação. Assim, bebidas semelhantes à cerveja foram inventadas de forma independente em diversas sociedades em redor do mundo.

Na Mesopotâmia, a mais antiga evidência referente à cerveja está numa tabuinha sumeriana com cerca de 6000 anos de idade, na qual se vêem pessoas tomando uma bebida através de juncos de uma tigela comunitária. A cerveja também é mencionada na Epopeia de Gilgamesh. Um poema sumeriano de 3900 anos, homenageando a deusa dos cervejeiros, Ninkasi, contém a mais antiga receita que sobreviveu, descrevendo a produção de cerveja de cevada utilizando pão.
A cerveja tornou-se vital para todas as civilizações produtoras de cereais da antiguidade clássica, especialmente no Egipto e na Mesopotâmia.



O Código Babilônico de Hamurabi dispunha que os taverneiros que diluíssem ou sobretaxassem a cerveja deveriam ser supliciados.
A cerveja teve alguma importância na vida dos primeiros romanos, mas durante a República Romana, o vinho destronou a cerveja como a bebida alcoólica preferida, passando esta a ser considerada uma bebida própria de bárbaros. Tácito, em seus dias, escreveu depreciativamente acerca da cerveja preparada pelos povos germânicos.
No idioma eslavo, a cerveja é chamada "pivo", do verbo "piti" - beber. Por isso, "pivo" pode ser traduzido como "a bebida", o que demonstra a importância que lhe é concedida.
O "Kalevala", coligido na forma escrita no século XIX, mas baseado em tradições orais seculares, contém mais linhas sobre a origem da fabricação de cerveja do que sobre a origem do homem.
A maior parte das cervejas, até tempos relativamente recentes, eram do tipo que agora chamamos de ales. As lagers foram descobertas por acidente no século XVI, quando a cerveja era estocada em frias cavernas por longos períodos; desde então elas ultrapassaram largamente as cervejas tipo ale em volume (veja abaixo a distinção). O uso de lúpulo para dar o gosto amargo e preservar é uma invenção medieval.

O lúpulo é cultivado na França desde o século IX. O mais antigo escrito remanescente a registrar o uso do lúpulo na cerveja data de 1067 pela Abadessa Hildegarda de Bingen: "Se alguém pretender fazer cerveja da aveia, deve prepará-la com lúpulo." No século XV, na Inglaterra, a fermentação sem lúpulo podia dar origem a uma bebida tipo ale - o uso do lúpulo torná-la-ia uma cerveja. A cerveja com lúpulo era importada para a Inglaterra (a partir dos Países Baixos) desde cerca de 1400, em Winchester. O lúpulo passou a ser cultivado na ilha a partir de 1428.

A Companhia dos Fabricantes de Cerveja de Londres foi tão longe que especificou "nenhum lúpulo, ervas, ou outra coisa semelhante será colocada dentro de nenhuma ale ou bebida alcoólica enquanto a ale estiver sendo feita - mas somente um licor (água), malte e uma levedura". Contudo, por volta do século XVI, "ale" veio a referir-se a a qualquer cerveja forte, e todas as ales e cervejas continham lúpulo.

2 comentários:

Roseli de Araujo Gomes disse...

Bom dia Anna!!
Espero que esteja tudo bem com você!!
Beijos

Roseli de Araujo Gomes disse...

Bom dia Anna!
Passei para deixar-lhe um beijão e dizer boa sexta!

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